Hoje vou falar de uns dos meus grupos de música favoritos. Chamam-se "La Oreja de Van Gogh".
É um grupo espanhol do género pop. A banda começou formalmente a sua carreira em 1996. São um grupo pop de Donostiarra, no País Basco, Espanha. Com sete álbuns e mais de 8 milhões de discos vendidos em todo o mundo, fizeram sucesso em todos os países hispânicos. Os seus constituintes são: Xabi San Martín , Pablo Benegas , Álvaro Fuentes, Haritz Garde (na infância chamado por Omar Francisco Montañez), e Leire Martínez (vocalista e coros de 2008 em diante), que assumiu o grupo depois da anterior vocalista, Amaia Montero, deixar o grupo para seguir sua carreira solo.
As letras de suas canções são muito sentimentais, e bonitas. Sempre que teve um concerto deles em León, minha cidade , fui ao ver. Gosto muito deste grupo.
Não sou uma assassina. Dantes de que possa ocasionar dúvidas. É uma expressão que se utiliza em León em Pascoa para tomar limonadas, uma espécie de sangría.
Suas origens remontam-se à Idade Média . Conta-se que durante as celebrações de Pascua, na Sexta-feira Santo, os cristãos da cidade baixavam à judería, junto ao bairro Húmido, para atacar aos judeus, aos que consideravam responsáveis da morte de Cristo. As autoridades, alarmadas, para evitá-lo, decidiram permitir uma suave bebida alcohólica nas tabernas do caminho, com a que se emborrachaban e desistiam finalmente de suas intenções. Esta bebida era a limonada; originalmente vinho tinto rebajado com água, limão e açúcar. Isto era um facto excepcional, pois em Pascua se eludia todo abuso, era tempo de abstinencia e ayuno, e as bebidas alcohólicas estavam proibidas.
Alguns acham que os ataques aos judeus eram devidos, ironicamente, aos alcoholizados pela limonada e outros que a limonada evocava a uma das sete palavras que pronunciou Jesucristo em sua paixão, "Tenho sede" (Jn 19, 28).
O dito atribuído a Fernando o Católico, quando assinou o decreto de expulsión dos judeus de Espanha, "Limonada que trasiego, judeu que pulverizo" é uma possível origem da expressão que por transmissão oral chegou até nossos dias evoluída como "matar judeus".
Agora já sabeis o que significa esta expressão., e podereis imaginar a " matança "que fiz neste ano.
Convido-vos a que a próxima Pascoa, venhais a León a matar muitos judeus.
Não tenho a Internet em casa. Perguntar-te-ás que significa isso . Pois bem, eu era das pessoas que sempre decia que podia viver sem a Internet, mas cheguei à conclusão que não.
Chegava a casa despois das aulas e pensava que podia fazer sem a Internet. Ver um filme, ouvir musica, dormir a siesta... mas nenhuma opção gostava.
Agora não podia falar com as minhas amigas de León, a minha família, ler os jornais para saber que acontecia no mundo, procurar informação para os trabalhos das aulas....
Está claro que a Internet se converteu numa ferramenta fundamental na vida das pessoas.Dantes a gente salia, combinava com os amigos igualmente , falava por telefono e o mundo não se acabava. Hoje em dia é quase impossível pensar que se pode viver sem a Internet.
É um intrumento fundamental para o trabalho, para a comunicação e o relacionamiento das pessoas.Mas se dantes podiamos viver sem ela, porque agora não?? A resposta é que tudo muda, tudo evolui......o mundo gira.
Assim que mudemos, evoluamos, mas de forma razoável e com cabeça.
Essa é a pergunta que me faço hoje. Nestes últimos meses ocorreram catastrofes tanto em Haíti ou em Madeira.
Sempre que ocorre uma desgraça similar damos-nos conta de que não estamos sozinhos no mundo, que há gente mais pobre que nós, sem recursos, sem comida, sem educação nem saúde básica...
Nestes últimos acontecemientos demonstrou-se a solidariedade das pessoas, de sua união e integração para ajudar, já seja com pequenas contribuições económicas, que ainda que pequenas fazem muito, ou grandes contribuições de instituições ou pessoas públicas.
Mas desgraçadamente, a pobreza ,a fome e as injustiças sociais seguem existindo, e não só no Terceiro Mundo, também em teu continente, em teu país , em teu cidade, em teu edifício ou até em tua própria família.
Temos que deixar de ver as coisas só quando acontecem e abrir mais os olhos, deixar de nos ver o ombligo e ser mas conscientes dos problemas da gente, de teu entorno e da que não o é.
Como já disse na ultima menssagem , não era uma despedida, se não um até logo. Pois bem, volto a escrever no meu blog.
Um novo semestre na Guarda, novas experiências e novas vivências.... ¿ que me deparará este nova aventura? Ainda não o sei, isso terá que o descobrir...e contar-vo-lo-ei através de aqui....